O que é MPLS

Multiprotocol Label Switching comuta pacotes baseado em rótulos curtos em vez de cabeçalho IP completo. Isso permite criar caminhos pré-definidos (LSPs) pelo backbone, separar tráfego de clientes diferentes no mesmo enlace físico e dar tratamento diferenciado por SLA.

Em ISP, MPLS aparece principalmente pra vender L2 transparente (cliente quer "fibra escura virtual" entre matriz e filial) e pra criar VPN L3 segregada (cada cliente vê só suas rotas).

O que a RASYS faz com MPLS

  • VPN L2 (VPLS / EVPN) — entrega de Ethernet ponto-a-ponto ou multiponto entre sites do cliente. EVPN é o padrão moderno, com BGP no control-plane (em vez de LDP do VPLS clássico).
  • VPN L3 (BGP/MPLS VPN, RFC 4364) — VRF por cliente, troca de rotas via MP-BGP, isolamento total entre VPNs no mesmo PE.
  • Engenharia de tráfego (RSVP-TE / SR-TE) — caminhos explícitos pra otimizar uso de enlace caro, evitar enlaces sobrecarregados.
  • Fast Reroute (FRR) — failover de LSP em <50ms via backup paths pré-computados. Cliente nem percebe a falha de enlace.
  • QoS no backbone — DSCP-to-EXP mapping, traffic-class queues, garantia de banda pra VoIP/vídeo em cima do mesmo backbone.
  • Segment Routing (SR-MPLS) — alternativa moderna ao LDP/RSVP-TE, com control-plane mais simples e PCE programável.

Equipamentos com que trabalhamos

Huawei NE40/NE80, Juniper MX series, Cisco ASR/IOS XR, Datacom DM. Em CE (cliente), Mikrotik com MPLS limitado.

Quando faz sentido falar com a gente

Você quer vender circuitos L2 corporativos e está fazendo trunk VLAN cross-PoP no braço; tem multi-PoP e quer separar tráfego de cliente; cresce sem critério no enlace caro e precisa de TE; quer migrar de LDP/RSVP pra Segment Routing.

Fale com a gente. Veja também: BGP, OSPF, MPLS no glossário.